Marcas de oralidade são palavras, expressões ou construções frasais próprias da fala que venham a aparecer na escrita. Por exemplo, “tipo assim”, “tá”, “simbora”, “vo”, “num vo”, “esto”, “chegá”, “pra”.
Muitos escritores usam essas marcas de oralidade como recurso de expressividade, especialmente em poemas e textos narrativos, uma vez que desejam caracterizar personagens ou conferir realismo às suas obras. Contudo, o uso dessas marcas em textos que exigem linguagem formal não é bem visto. Por isso, devemos evitá-las em currículos, redações oficiais, provas, dissertações, cartas comerciais ou outros documentos.
Também não devemos usar nos textos citados acima qualquer espécie de abreviação ou expressão típica da internet (vc, blz, bjs, naum, kd vc?...).